Tive a sorte de ter formação em Qi Gong com o Mestre Lam Kam Chuen, aprendendo práticas como o Zhan Zhuang e o Ba Duan Jin. Trago essa sabedoria para o meu consultório porque ela conversa lindamente com tudo o que faço: cuidar do corpo como um todo, com suavidade e respeito.
O que é o Qi Gong
O Qi Gong é uma prática milenar de movimento, respiração e atenção. Os gestos são lentos e simples, mas profundos. Alguns são feitos em pé, quase parados, como no Zhan Zhuang, em que aprendemos a sustentar o corpo com o mínimo de tensão necessária. Outros, como o Ba Duan Jin, são pequenas sequências que mobilizam o corpo inteiro com leveza. Tudo acontece sem pressa e sem esforço excessivo.
O que essa prática pode oferecer
Quem pratica costuma relatar uma sensação de vitalidade que retorna, mais consciência da própria postura e uma respiração mais ampla. O movimento lento ajuda a soltar tensões que carregamos sem perceber, especialmente nos ombros, no pescoço e na coluna. E há um efeito que considero precioso: a mente desacelera junto com o corpo. Num dia a dia tão acelerado, esse silêncio interno faz muito bem.
Como uso o Qi Gong no tratamento
Eu costumo integrar princípios do Qi Gong às orientações de movimento que passo aos meus pacientes. São gestos simples e ao mesmo tempo poderosos, que ajudam a criar novos caminhos neuromotores — movimentos mais coordenados, harmoniosos e livres de tensões desnecessárias. Não substituem a fisioterapia, mas a complementam, dando a você mais autonomia para cuidar do próprio corpo entre uma sessão e outra.
O mais bonito do Qi Gong é que não há competição nem cobrança. É uma prática gentil, ao alcance de praticamente todos, independentemente da idade ou do preparo físico.
Se você gostaria de experimentar esses movimentos ou entender como eles podem se encaixar no seu cuidado, será um prazer conversar numa avaliação, presencial em Pinheiros ou online. Me encontre no WhatsApp quando quiser.